Hoje mais uma vez vou falar dessa cidade onde vivo.
A criatividade das “pessoas” em Guarulhos é uma coisa impressionante.
Hoje me deparei com uma solução para a superlotação dos coletivos que eu particularmente nunca imaginaria.
É simples, tão simples que eu não me conformo em não ter pensado nisso antes:
Basta não deixar que as pessoas entrem.
É simples assim, as pessoas acabam indo a pé pra casa, pra faculdade ou pra onde quer que seja. Não fere a constituição, pois não tira o direito de ir e vir, mesmo porque a constituição não exige que seja de ônibus. Sendo assim, basta não estacionar a porra do coletivo na merda do caminho de ninguém, o que, aliás, não há o melhor risco de acontecer, pois os motoristas são pagos para dirigir apenas entre dois pontos, não para levar os cidadãos entre os vários pontos.
Um deles se negou a abrir a porta para que eu subisse, pois ele estava há
Enfim, eu acreditava que essa cidade já havia apresentado bizarrices o suficiente, mas sabe que eu sempre me surpreendo com a falta do que fazer das pessoas que vivem aqui.
Certas vezes penso se poderia ser a água contaminada, se é o excesso de religião (pois aqui é a terra da igreja), enfim, não sei o que torna as pessoas aqui tão estúpidas.
Agora eu pergunto:
O que o cara ganhou por me deixar no ponto?
O que o outro cara ganhou por deixar aquela senhora no ponto?
Qual o motivo disso?
Pra que isso?
Simples, tão simples como a solução apresentada por esses cidadãos inúteis aos seus companheiros de cidade (inúteis, pois um prestador de serviços que não presta o serviço não serve para coisa alguma):
Nenhum
Nenhum e nada está lado a lado, um sujeito que pratica esse tipo de ação é igual a “um nada”.
Nada faz falta?
O que me conforta vivendo entre esses seres que fazem questão de se inferiorizar, é que eu estou estudando, buscando crescimento profissional, pessoal, intelectual e esses caras, daqui a dez anos o que serão?
Vamos resolver isso matematicamente, vamos imaginar que meu valor de um a dez seja apenas um, se eu melhorar um por ano, em dez anos serão 10 vezes um, igual a dez.
Sendo esses sujeitos iguais à zero, preciso multiplicar por 10 para saber que eles serão eternos zeros?
Esse é o problema de alguns seres, eles se preocupam mais e não colaborar com outros que colaborar com eles mesmos.
Não pude deixar de lembrar da piada das bichinhas pobres contada pelo Jô Soares.
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