Esse fim de semana assisti um dos filmes mais decepcionantes desde o apelo ecológico chamado Fim dos Tempos, não que eu ache este segundo totalmente desprezível, é um filme bem feito, tem uma boa ideologia, tem um clima confuso que eu particularmente adoro, mas puta merda né meu, passar um filme inteiro dando a mesma lição de moral ecológica é do caralho! O dia depois de amanhã segue a mesma linha de apelo ecológico, mas mesmo assim ainda nos deu o gostinho de ver o EUA pedindo um cantinho no México. Passar o filme inteiro em uma idéia só enche o saco, agora imagina passar o filme inteiro numa piada só. Assim é Espartalhões. Tá bom, confesso que achei engraçado ver o exército de Esparta indo pra guerra contra a Pérsia cantando "I wil survive", não por ser ligado aos gays e sim por que os espartanos sabiam que iam para a terra do pé junto , mas passar o filme todo fazendo essa mesma piada foi do caralho. Pra quem esperava algo comparável aos primeiros "Todo mundo em pânico", acabei assistindo algo comparável ao filme "Repossuída". Nada contra esse filme, eu chorei de rir com ele, mas cá pra nós, ele não seria grande coisa se fosse filmado hoje.
Cada dia que passa as piadas parecem ficar mais manjadas, mas antiquadas, mais previsíveis, se tem um fortão na cena, logo ele é gay, se tem uma gostosa na cena, logo é burra ou vagabunda, quando não as duas coisas. Às vezes penso se eu é que estou ficando um velho chato ou a criatividade dos humoristas estão indo por água abaixo.
Então me lembro dos melhores do mundo, dos Dez Necessários, até mesmo aquele panaca preconceituoso do Jeff Dunham. Como disse antes, piada envolvendo homossexualismo já deu no saco, mas o "Saraaaaaaiiiiiiiiiiva!" e o "Anamauê" são engraçados, o traficante homo também, os bonecos duvidando da masculinidade do ventríloquo também são.
Às vezes acho que o humor já teve mais graça.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
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