Noite de domingo, bate papo com um amigo sobre música, surge como assunto uma banda:
VNV Nation
Não pesquisei nada sobre ela ainda, apenas quis ouvir, pra depois buscar as pessoas por trás da arte.
Se o Google é um Deus cibernético uni presente e uni potente (acreditem, ele está em tudo), Youtube é um de seus fortes braços.
Vamos ao que interessa o clipe:
O que se seguiu depois desse clipe foi uma série de piadas do tipo "ainda bem que não tenho uma faca aqui" ou "Se não morasse no térreo"...
O dia seguinte a uma noite de bebedeira e risadas é pra mim, costumeiramente estranho, o primeiro pensamento que me vem na mente não é o frio, enfim, torno-me mais humano, logo, mais vulnerável.
Ninguém é de ferro...
Fatos como esses não são diretamente ligados à bebida, mas muito mais à boa arte, não posso negar que a bebida nos torna vulneráveis. Meu pai é o ser mais vulnerável que conheci. Hoje, entendo que toda a agressividade dele era apenas o maior reflexo de sua fraqueza, sua covardia, por mais sem noção do perigo que ele fosse, ele sempre se mostrou um covarde, simplesmente vulnerável. Enfim, não vou gastar muitas linhas falando de coisas ruins.
Voltemos as falar de arte:
Esse clipe é de certa forma simples, embora aquele robô deva ter dado um puta dum trabalho pra desenhar, mas tem a capacidade de nos fazer buscar coisas em nossas lembranças, assim como os "sonhos" de Jim Carey em "o brilho eterno de uma mente sem lembranças", onde ele tenta desesperadamente salvar as lembranças de sua amada da Lacuna, assim como alguns outros filmes que não vou ficar citando aqui, assim como um jogo de sub consciente.
Não é a toa que em Equilibrium, a arte fosse combatida, afinal, para eles, representava o mal da humanidade, os sentimentos (ops, citei mais um filme).
Vou começar a pesquisar essa banda, tende a ser "trilha sonora" caso o restante seja bom.
Se John Preston conhecesse Ilusion de VNV Nation, provavelmente tomaria Prozac.
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