sábado, 23 de agosto de 2008

Vamos Reciclar!



Bom, o eco-assunto é modinha em todo o canto, mas e nós, o que fazemos enquanto isso?

Ficar só no discurso não adianta porra nenhuma.
Outro dia passei por uns chineses na 7 de setembro que me deram um panfleto onde dizia que ser vegetariano ajudaria a combater o efeito estufa (talvez o efeito bufa também). Ainda brinquei que o problema é o excesso de gente no mundo, pois se todo esse povo comer os vegetais vai esquentar do mesmo jeito.
Enfim, cada um com sua tese, a minha é baseada na desses chineses loucos:
“Vamos reciclar nosso lixo antes que tenhamos que nos tornar vegetarianos à força”
Amigos, façam como o Leão, jogue cada lixo no seu devido lugar. ;-)

domingo, 17 de agosto de 2008

30 Dias de Noite

Desde “what is the matrix” (cujo endereço aparecia no final dos créditos do primeiro filme, junto com uma senha para acesso) que eu não gastava bons minutos num site oficial de um filme, mas este eu recomendo.

O bicho é pesado, é lerdo, às vezes não funciona, nem sequer domínio tem, parece até mesmo coisa de amador, ou algo extremamente underground, mas o site é muito bem feito, com diversos elementos que vão sendo carregados aos poucos. Logo na tela inicial, aparece o cenário do filme, com o Sol ao fundo, como era de se esperar, anoitece, alguns itens desaparecem e outros itens aparecem.

Eu como fã de sangue e terror babei nesse site.

Eu como fã de criatividade, tecnologia e interatividade, babei nos recursos do site.

http://www.sonypictures.com/movies/30daysofnight/site/main.html

domingo, 10 de agosto de 2008

De volta para o Futuro

Viajar no tempo é sonho de todos.
Quem nunca em momento algum não quis voltar atrás?
Quem nunca pensou em voltar uma semana antes e jogar os números certos na loteria?
Às vezes acho que essa vontade de querer voltar é mais profunda no nosso subconsciente do que se possa imaginar.
Basta visitar um site aqui, outro ali, abrir o e-mail e pronto: Festas anos 70, festa anos 80, já se toca anos 90 em algumas festas (e eu me sinto extremamente velho quando isso acontece).
Não sei, talvez a saudade de bons tempos, talvez a vontade de voltar e ter o tempo já vivido de volta, como se tendo uma segunda chance fôssemos aproveitar melhor, sabendo que cada chance passada não voltará. Mas como saberíamos que cada chance que nos passou diante os olhos eram chances e não somente fatos?
Agora mesmo estou ouvindo The Cure e estou me sentindo confortável com a sonoridade, por mais que normalmente eu abomine re-ler páginas viradas, ouvir a trilha sonora delas até que não me parece ruim, pelo menos aos domingos (desde que não seja a trilha sonora do tempo em que eu namorei uma patricinha, eu nunca vi tanto mau gosto musical reunido num grupo de pessoas só como acontecia com ela e suas amigas).
Logo eu, um sujeito auditivo, me flagro ouvindo músicas que fizeram parte da minha infância para diminuir minha ansiedade frente a minha preparação para as provas de certificação e o que é pior, me sentindo bem com elas.
É como aquelas táticas do cigarro de chocolate, que faz com que as pessoas sintam a tranqüilidade da infância ao consumir quando adulto algo com a embalagem parecida, todo mundo começa com o maldito maço de cigarros vermelho, depois as substâncias fazem a parte delas e não importa mais a cor. A mesma tática das lanchonetes ao mostrar aquela criancinha super bonitinha, aquele “momento família” e como não quer nada nos dizem: “Nós temos isso pra te vender, você não quer?”.
Bom, eu particularmente não, mas minha visão de família é assunto para outro (ou outros) posts.
Espero nunca perder essa consciência desse lado psicológico das coisas. Por mais que às vezes eu não consiga me divertir justamente por conhecer a verdade (e achar uma prostituta tentando me convencer a levá-la para o quarto o ser mais patético do mundo), pelo menos não corro o risco de me tornar um Zumbi que crê na fada dos dentes, pois não tem nada melhor pra acreditar.
Pro falar em acreditar, eu preciso acreditar que vou conseguir passar no exame e para tanto preciso voltar a estudar. Deus é que não vai me ajudar a conseguir isso rs.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

OLHA QUE MUITO LOKO MEEEEEEEUUUUUU!

Muito legal, depois do Microsoft Surface (descrito por um amigo como um IPOD GIGANTÃO) tiveram a idéia de criar uma esfera sensível ao toque com diversas funções multimídia.

Achei super interessante, principalmente do ponto de vista tecnológico, afinal é uma tela esférica, é um sistema touch esférico, isso deve ter dado muito trabalho pra ser feito.



Muito legal, só fiquei com uma dúvida sobre isso:


Pra que serve?


Tá, não serve pra porra nenhuma, mas só o fato de ter uma tela touchscreen “modelada” já é muito louco, mesmo porque os computadores não serviam pra um décimo do que a agente faz hoje quando foram inventados.


Uma demonstração que eu peguei no Blog Seattlepi sobre o brinquedinho novo.


A imaginação voa frente a coisas como essas. Já imaginou se fosse uma tela gigante e arredondada para dentro, filmes com novo formato, no lugar do wide screen uma tela mais envolvente que a visão periférica? E se pudéssemos estar dentro de uma esfera e tocar suas paredes? Ou ainda ter o computador de bordo dos carros cuja tela acompanhe o desenho do painel?